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25/02/2015
 

DACIA: UMA HISTÓRIA DE SUCESSO

A Dacia é muito provavelmente o fenómeno mais recente da indústria automóvel. Quando a Renault, em finais de 1999, adquiriu mais de 50 por cento do capital desta marca de origem Romena, o objectivo era o de integrar no Grupo Renault uma marca automóvel com produtos destinados aos mercados emergentes da Europa de Leste e do Magrebe.

O primeiro modelo integralmente concebido e desenvolvido pelo grupo Renault, o Dacia Logan, foi um sucesso imediato. E no passado mês de Outubro foi atingido o marco histórico de 3 000 000 de vendas em apenas dez anos!

Em Portugal, e, em 2014, pela segunda vez consecutiva, a Dacia foi a marca, do TOP 20, com maior crescimento das vendas (+96% face a 2013), ocupando o 14º lugar entre todas as marcas presentes no mercado Português.

As razões para o sucesso são várias: fiabilidade (as associações de consumidores de França, Bélgica, Itália, Espanha e Portugal integram, desde 2012, a Dacia no Top 2 das marcas mais fiáveis do mercado), robustez, economia, uma relação qualidade-preço imbatível e a mais jovem gama do mercado: sete novos modelos lançados nos últimos 25 meses! Uma gama bastante versátil que – também! – traduz o investimento da marca no reforço dos equipamentos e na qualidade dos interiores. O futuro é, portanto, promissor. Afinal, a marca ‘escandalosamente acessível’, não é ‘apenas’ racional: é também uma moda um pouco por todo o mundo!

 

A notoriedade é recente, mas a verdade é que, no próximo ano, a Dacia vai comemorar meio século de existência. Na realidade foi, em 1966, no auge da Guerra Fria, que a marca nasceu na Roménia sob a alçada do estado Romeno. Nos primeiros 40 anos da sua existência, a Dacia foi uma marca regional implantada apenas na Roménia e países limítrofes.

 

Atenta ao previsível crescimento dos mercados emergentes da Europa de Leste, a Renault adquiriu, em Setembro de 1999, 51% das acções da marca. E cinco anos depois (em 2004), investiu na aquisição de 99,3% das acções!

 

Se, na origem, a aposta da Renault se destinava aos mercados emergentes da Europa de Leste e do Magrebe, o sucesso imediato do Logan, o primeiro modelo Dacia concebido e desenvolvido pela Renault, levou o Grupo a apostar na introdução da Dacia na Europa Ocidental.

 

 

A Renault ia tornar a Dacia uma marca global!

 

A Renault, mais uma vez, voltava a inovar e a surpreender o mundo da indústria automóvel. Enquanto os restantes fabricantes ainda discutiam nos gabinetes a necessidade de lançar marcas com o conceito ‘low cost’, a Renault introduzia no mercado as primeiras propostas, o Logan (em 2004), o Logan MCV (em 2007), o Logan Pick-Up (em 2008) e a primeira geração do Sandero (também em 2008). Modelos que capitalizavam valores essenciais para qualquer cliente: robustez, fiabilidade, economia e reduzido custo de aquisição. Uma relação qualidade-preço imbatível!

 

UM SUCESSO (TAMBÉM) NA EUROPA OCIDENTAL

 

Apenas dez anos passados sobre a comercialização do primeiro Dacia sob a égide Renault, a marca atingiu os 3.000.000 de unidades vendidas.

 

Na Alemanha – imagine-se! – é a segunda marca não-alemã mais vendida no mercado. Em França, a Dacia é a quinta marca mais vendida no país. Em Espanha, o Sandero liderou as tabelas de vendas em Fevereiro, Agosto e Setembro de 2014 e terminou o ano como o oitavo modelo mais vendido do país!

 

Em Janeiro de 2015, a Dacia inicializou a comercialização no seu 44º mercado: Israel.

 

Não é, também, por acaso que, em vários mercados, sobretudo na América Latina, que a Dacia é comercializada com o símbolo da Renault. E a razão é simples: A Dacia não faz ‘apenas’ parte do Grupo Renault. Todos os Dacia são concebidos e desenvolvidos segundo as mesmas normas e padrões da marca Renault, nomeadamente com a incorporação de componentes como chassis, motores, caixas de velocidades, etc.

 

Nesse sentido, destaque para o facto de toda a gama beneficiar de 3 anos/100.000 km de garantia contratual. Este é mais um elemento que atesta a robustez e fiabilidade da marca, o que aliás tem vindo a ser demonstrado por estudos independentes realizados, até por associações de consumidores, em toda a Europa.

 

A IMPORTÂNCIA DO DUSTER NA IMAGEM E CRESCIMENTO DA DACIA

 

Mas foi, em 2010, que os pressupostos que fizeram o sucesso da Dacia saíram (ainda mais) reforçados… A ‘culpa’ foi do Duster! A primeira geração atraiu um perfil de clientes ainda mais heterogéneo. Em países como Portugal, o Duster tornou-se uma moda, até um objecto de desejo. Como felizes proprietários, não apenas classe média, mas também clientes habitualmente mais associados a marcas ‘premium’, mas que reconheciam no produto uma relação qualidade-preço extraordinária e excelentes qualidades não apenas para as deslocações do quotidiano, mas também para a prática de todo-o-terreno.

 

De tal forma que o Duster é hoje o símbolo da democratização e da notoriedade da marca pelo Ocidente. O modelo ajudou a quebrar preconceitos e criou um consenso generalizado em relação à marca, seja na imprensa, fóruns ou redes sociais. Os proprietários assumem-se como verdadeiros ‘embaixadores’, eles que são testemunhas dos atributos que fazem a história de sucesso da marca.

 

O Duster é, aliás, o modelo mais vendido pelo Grupo Renault em todo o mundo, com praticamente meio milhão de unidades vendidas anualmente.

 

A MAIS JOVEM GAMA DO MERCADO

 

Hoje, a Dacia orgulha-se de possuir a mais jovem gama do mercado. O mais antigo dos sete modelos comercializados em Portugal – Sandero, Sandero Stepway, Logan, Logan MCV, Lodgy, Duster e o comercial ligeiro Dokker Van – foi lançado há apenas 25 meses.

 

Uma gama que se caracteriza em 4 simples palavras:

 

Fiável: como o reconhecem os estudos realizados pelas associações de consumidores de 5 países (França, Bélgica, Espanha, Itália e Portugal) que colocaram a Dacia no 1º lugar (em 2012) e no 2º lugar (em 2013) no que respeita à fiabilidade dos seus automóveis de entre todas as marcas existentes no mercado.

 

Útil: com uma relação qualidade/preço imbatível, a Dacia oferece tudo o que é indispensável: conforto, habitabilidade, segurança.

 

Generosa: por aquilo que reconhecem os possuidores de automóveis da marca. Os produtos Dacia valem mais do que o valor que é pedido por eles. E são generosos no espaço, no equipamento, nas prestações dos motores.

 

No fundo uma oferta inteligente.

 

A PROGRESSIVA DE AFIRMAÇÃO DA DACIA NO MERCADO NACIONAL

 

Apesar da estreia da marca no mercado nacional ser datada de 2008, já circulam em Portugal mais de 12.000 unidades de Dacia. Foi no dia 1 de Maio de 2008, por ocasião do Salão Automóvel de Lisboa, que os Portugueses puderam fazer as primeiras encomendas. A comercialização coincidiu com a estreia do bloco 1.5 dCi no modelo Logan MCV.

 

Entre 2008 (o ano de estreia no mercado nacional) e 2014, a Dacia passou das cerca de 500, para as quase 4.000 unidades. De uma quota de mercado residual de 0,2%, passou para 2,4% no último ano, isto no que diz respeito ao mercado de ligeiros de passageiros. Em sete anos, só uma quebra de vendas: em 2012, o auge da crise económica que tanto afectou a classe média.

 

Interessante o número de Dacia táxis que, hoje, circulam pelas estradas nacionais. Hoje, são mais de 300 os profissionais rendidos à fiabilidade, bem como aos baixos custos de aquisição e de utilização de modelos como o Sandero, Logan e Lodgy.

 

 

 

O HISTÓRICO DE VENDAS DACIA EM PORTUGAL

 

DACIA VP % VCL %
2008 442 0,2
2009 584 0,4 51 0,1
2010 1.658 0,7 132 0,3
2011 2.231 1,5 110 0,3
2012 1.109 1,2 31 0,2
2013 1.794 1,7 190 1,0
2014 3.433 2,4 460 1,8

 

VP = Veículos de passageiros

VCL = Veículos comerciais ligeiros

% = Percentagem de quota de mercado

 

 

Beneficiando de uma cada vez maior notoriedade junto dos Portugueses, a Dacia teve, em 2014, o seu ano de afirmação no mercado Português. Com um crescimento das vendas de 91,4% no mercado de veículos de passageiros e tendo multiplicado por 2,5 as vendas nos Comerciais Ligeiros (mesmo só disponibilizando o modelo Dokker Van) a Dacia foi, de forma evidente, a marca do Top 20 que mais cresceu em Portugal. O sucesso continuado do Duster (2º SUV do segmento C mais vendido em Portugal), um verdadeiro ícone da marca, o sucesso da gama Sandero (com especial ênfase do Sandero Stepway) e do Logan MCV (2ª break mais vendida do segmento B) estiveram na base deste resultado.

 

Em 2014 a Dacia vendeu, em Portugal, 3.893 unidades (3.433 automóveis de passageiros e 460 comerciais ligeiros) a que correspondeu uma quota de mercado de 2,3% e a entrada no Top 15 (com o 14º posto) das marcas mais vendidas em Portugal.

 

Nos comerciais ligeiros, e apesar de apenas contar com o modelo Dokker Van, a Dacia alcançou o 12º posto entre as marcas mais vendidas, com uma quota de mercado de 1,8%.

 

O resultado obtido pela Dacia, em 2014, esteve perfeitamente alinhado com os objectivos publicamente anunciados no início do ano (crescimento da marca superior ao do mercado) e a dinâmica criada em 2014 é um excelente indício para o ano que agora se inicia. Sustentada por uma gama jovem, fiável, uma oferta clara com um posicionamento de preço sem concorrência, a “generosidade” da marca em que claramente oferece muito por um valor reduzido, continuará a ser o pilar de desenvolvimento da marca em Portugal.

 

Um outro eixo de desenvolvimento da marca é a oferta de combustíveis alternativos. A Dacia é a única marca em todo o mercado a oferecer uma gama completa de modelos bi-fuel (gasolina e GPL).

Para além da vantagem ambiental (o GPL reduz, em média, as emissões de CO2 em cerca de 13%) e económica, a solução bi-fuel permite autonomias superiores a 1.200 km sem necessidade de reabastecimento.

Em qualquer circunstância o condutor pode passar da gasolina para o GPL, ou vice-versa, através da simples utilização de um botão no painel de bordo.

 

 

A Dacia dispõe, em Portugal, de uma rede de vendas e de assistência com 37 concessões com uma qualidade de serviço (venda e após-venda) assegurada pelo know-how da marca Renault.



About the Author

Edmar Rodrigues
Sou jornalista de Ti desde 1999. Tendo passado por publicações como ComputerWorld e Bit e pelos sites www.itnews.com.pt de 2002 a 2006 e www.i-tech.com.pt de 2010 a 2014. Actualmente faço a gestão do Tekie e do www.idrive.pt



 
 

 

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